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Política / 10 de setembro de 2026

Eu fui checar

Alckmin, Marina e Tebet já acusaram Lula de corrupção. Depois viraram aliados dele. Eu fui ver onde cada um está hoje

Na quinta, 10 de setembro, Augusto Cury disse que não apoia Lula num segundo turno "nem 0,01%". Antes dele, três pessoas que disputaram a Presidência disseram coisas duras sobre Lula e depois foram para o lado dele: Geraldo Alckmin falou em "cena do crime", Marina Silva disse que o considerava corrupto e Simone Tebet o chamou de orquestrador do Petrolão. Eu fui atrás de cada frase, com data e lugar, e do que aconteceu com cada um depois.

Publicado
10 de setembro de 2026
Atualizado
10 de setembro de 2026
Editoria
Política
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15 min
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35 citadas
Simone Tebet e Lula em caminhada em Juiz de Fora (MG), 21 de outubro de 2022. Foto Ricardo Stuckert, CC BY-SA 4.0
Simone Tebet e Lula em caminhada em Juiz de Fora (MG), 21 de outubro de 2022. Foto Ricardo Stuckert, CC BY-SA 4.0

Na quinta-feira, 10 de setembro de 2026, Augusto Cury foi perguntado, num evento com investidores na Faria Lima, em São Paulo, se apoiaria Lula caso ficasse fora do segundo turno. A resposta: "Não apoiaria nem 0,01%. O modelo do PT tem que ser aposentado." Para Flávio Bolsonaro, deixou condições. Tudo o que ele disse, frase por frase, está nesta outra matéria.

Aqui eu fui atrás de outra coisa. No vídeo que eu publiquei hoje no Instagram, lembrei de gente que já disputou a Presidência, falou duro sobre Lula e depois foi para o lado dele. Queria saber três coisas: se as frases eram mesmo dessas pessoas, quando e onde foram ditas, e onde cada uma está agora. A resposta está abaixo, com a fonte de cada linha. E, no fim, o que eu mesmo errei no vídeo.

As três frases, com data e lugar

QuemO que disse sobre LulaQuando e ondeFonte
Geraldo Alckmin"Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ou seja, meus amigos, ele quer voltar à cena do crime."9 de dezembro de 2017, na convenção nacional do PSDB, no dia em que assumiu a presidência do partidoPoder360, 09/12/2017
Marina SilvaPerguntada se considerava Lula corrupto, disse que sim e que ele estava sendo punido por crimes de corrupção. Na mesma fala, disse que não era preciso "tripudiar" de presos11 de setembro de 2018, em campanha no Rio de Janeiro, como candidata da Rede a presidenteJornal do Brasil e Correio Braziliense, 11/09/2018
Simone Tebet"O Lula não tem a capacidade de fazer um mea culpa como o grande orquestrador do até então maior escândalo da história da República, que foi o Petrolão."Campanha de 2022, antes do primeiro turno, como candidata do MDB a presidenteGazeta do Povo, 19/10/2022

As três frases existem e estão gravadas. Duas delas voltaram ao ar em 2022, na propaganda de TV de Jair Bolsonaro, que usou as falas de Alckmin e de Tebet contra Lula. Alckmin pediu direito de resposta ao Tribunal Superior Eleitoral por causa da frase da "cena do crime", e o pedido foi negado.

Geraldo Alckmin: da "cena do crime" a vice

Alckmin governou São Paulo em quatro mandatos. Disputou a Presidência duas vezes. Em 2006 foi ao segundo turno justamente contra Lula e perdeu por 60,83% a 39,17%. Em 2018 ficou em quarto lugar, com 4,76% dos votos válidos.

A frase da "cena do crime" é de dezembro de 2017, quando ele se preparava para a campanha de 2018. Na mesma fala, disse que Lula seria "condenado nas urnas pela maior recessão da história".

Quatro anos depois, a história virou. Alckmin trocou o PSDB pelo PSB e entrou como vice na chapa de Lula. Em 7 de maio de 2022, no lançamento da pré-candidatura, explicou a mudança assim:

Nenhuma divergência do passado, nenhuma diferença do presente, nem as disputas de ontem nem as eventuais discordâncias de hoje ou de amanhã, nada servirá de razão para que eu deixe de apoiar e defender com toda a minha convicção a volta de Lula à presidência do Brasil.

Geraldo Alckmin, em vídeo no lançamento da pré-candidatura de Lula, 7 de maio de 2022 (CNN Brasil).

Ele disse ter visto no convite de Lula "um verdadeiro chamado à razão" e pôs a defesa da democracia acima das brigas antigas. É a explicação dele, e ela entra aqui inteira.

Desde 2023 ele é vice-presidente e foi ministro da Indústria. Em 2026 é vice de novo: Lula confirmou em 31 de março, e a convenção do PT oficializou a chapa em 2 de agosto.

Marina Silva: "corrupto" em 2018, ministra em 2023

Marina foi ministra do Meio Ambiente de Lula de 2003 a 2008 e saiu do governo depois de divergências. Deixou o PT e disputou a Presidência três vezes. Em 2010 teve 19,33% e em 2014, 21,32%, terceira colocada nas duas. Em 2018 teve 1,00%, em oitavo lugar.

A frase é de 11 de setembro de 2018. Naquela época, Lula estava preso, condenado na Lava Jato.

Aqui entra um fato que os comentários vão cobrar, e com razão. Em 2021, o Supremo anulou as condenações de Lula. Em 8 de março, o ministro Edson Fachin decidiu que a Justiça Federal de Curitiba não era o lugar certo para julgar aqueles processos. Em 15 de abril, o plenário confirmou, por 8 votos a 3. Lula recuperou os direitos políticos e pôde disputar 2022. Em português de todo dia: as condenações caíram por causa de onde o caso foi julgado. Isso é diferente de um julgamento que diga que ele é inocente. E também é diferente de uma condenação que continue valendo, porque hoje não existe condenação contra ele.

Quatro anos depois da frase, em 11 de setembro de 2022, Lula e Marina se reencontraram em São Paulo e ela declarou apoio a ele ainda no primeiro turno. Em janeiro de 2023, voltou ao Ministério do Meio Ambiente, o mesmo que tinha deixado em 2008.

Ficou no cargo até o fim de março de 2026. Saiu porque a lei eleitoral obriga ministro a deixar o posto para ser candidato. Hoje ela é candidata ao Senado por São Paulo, pela Rede, com o número 180, no palanque de Lula.

Simone Tebet: "orquestrador do Petrolão" em 2022, ministra meses depois

Tebet foi senadora pelo Mato Grosso do Sul, o estado onde nasceu. Disputou a Presidência uma vez, em 2022, pelo MDB. Terminou em terceiro, com 4,16%.

A frase do "grande orquestrador" é da campanha daquele ano, antes do primeiro turno. No segundo turno, ela declarou apoio a Lula e fez campanha ao lado dele. A foto no alto desta página é de 21 de outubro de 2022, numa caminhada em Juiz de Fora, Minas Gerais: Lula, Tebet e Marina estavam no mesmo ato, uma semana antes da votação.

Em janeiro de 2023, Tebet virou ministra do Planejamento. Em março de 2026, deixou o MDB, partido em que ficou quase 30 anos, entrou no PSB e se lançou candidata ao Senado por São Paulo, e não pelo estado dela. Ela mesma contou que o convite partiu de Lula, numa conversa no Panamá, em janeiro.

E ela responde à cobrança de frente. Numa sabatina da Jovem Pan, em 27 de agosto de 2026, disse:

Eu não mudo uma linha do que eu disse e vou dizer por quê.

Simone Tebet, sabatina da Jovem Pan, 27 de agosto de 2026.

A explicação dela: "Uma coisa é responsabilidade política e outra coisa é a responsabilidade civil e criminal de um presidente da República." Ela lembrou ainda que o esquema investigado pela Lava Jato envolveu vários partidos, entre eles o MDB, em que ela estava.

E os outros dois nomes do vídeo

No vídeo eu citei também Guilherme Boulos e André Janones. Os dois apoiaram Lula e nenhum disputa a Presidência em 2026. Mas a história dos dois não é igual à dos outros três, e eu conto a diferença:

  • André Janones criticava Lula antes de apoiá-lo. Segundo o Estado de Minas, ele foi filiado ao PT de 2003 a 2012, saiu dizendo que o partido era antidemocrático por dentro, acusava Lula de fazer "apologia à ignorância" e defendia que ele se aposentasse da política. Em 4 de agosto de 2022, desistiu da pré-candidatura a presidente para apoiar Lula. Hoje tenta a reeleição para deputado federal por Minas, pela Rede.
  • Guilherme Boulos não entra na lista de quem mudou de lado. Ele já era do mesmo campo de Lula antes de 2022: foi candidato a presidente pelo PSOL em 2018, com 0,58%, e eu não encontrei frase dele acusando Lula de corrupção. Em 2024 perdeu a prefeitura de São Paulo com Lula no palanque. Hoje é ministro e não é candidato a nada.

A ficha completa de Boulos e Janones, com o acordo que Janones fechou com a Procuradoria-Geral da República, está na matéria sobre a fala de Cury.

O que os três têm em comum

Alckmin, Marina e Tebet já enfrentaram Lula nas urnas. Todos disseram, com todas as letras, que viam crime ou corrupção no governo dele. Todos foram para o lado dele em 2022 e ganharam cargo no governo. Nenhum disputa a Presidência em 2026.

Mas o gráfico abaixo mostra um detalhe que quase ninguém comenta.

Resultado para presidente no 1º turno, em % dos votos válidos

Alckmin em 200641,64
Marina em 201421,32
Alckmin em 20184,76
Tebet em 20224,16
Marina em 20181,00

TSE, pela Gazeta do Povo e pela Wikipédia

As barras destacadas são a última eleição de cada um antes de ir para o lado de Lula. Alckmin tinha caído de 41,64% para 4,76%. Marina, de 21,32% para 1%. Tebet estreou com 4,16%. Quando se juntaram a Lula, nenhum dos três vinha de uma boa eleição para presidente.

Agora a minha leitura, e eu marco como opinião. No vídeo eu disse que eles "acabaram com a carreira" apoiando Lula. A frase certa é outra: eles deixaram de ser alternativa a Lula. Os três eram, cada um no seu tempo, opção para quem não queria o PT. Hoje fazem parte do projeto dele. Ganharam cargo e perderam a posição de adversário.

Por que Cury fechou a porta

É aqui que o Cury entra. A pergunta que eu fiz no vídeo foi: ele vai fazer igual?

Pelo que ele disse na quinta, não. E há três fatos que ajudam a entender por que ele pode se dar ao luxo de dizer "nem 0,01%":

  • É a primeira eleição da vida dele. Ele não tem mandato para proteger nem cargo para perder. Em sabatina da CNN Brasil, disse ser "radicalmente contra a reeleição" e que "não quer fazer carreira política".
  • Ele não depende de salário público. Declarou ao TSE R$ 242 milhões em bens, o maior patrimônio entre todos os candidatos a presidente. O dinheiro veio de livro, de empresa e de fazenda, como eu contei nesta matéria.
  • Ele tem a menor rejeição da disputa. Rejeição é quem diz que não vota de jeito nenhum.

Rejeição, em % de quem diz que não vota de jeito nenhum

Flávio Bolsonaro52,7
Lula52,0
Augusto Cury18,5

AtlasIntel, campo de 25 a 30 de agosto de 2026, BR-07972/2026

De cada 10 eleitores, mais de 5 dizem que não votam em Flávio e mais de 5 dizem que não votam em Lula. No Cury, menos de 2. Os três que foram para o lado de Lula precisavam dele. Pelos números, o Cury não precisa.

Nas simulações de segundo turno contra Lula, o quadro é este:

PesquisaCampoRegistro no TSEResultado
BTG/Nexus4 a 7 de setembroBR-06790/2026Cury 45, Lula 43
PoderData6 a 9 de setembroBR-04914/2026Cury 44, Lula 43
Quaest3 a 6 de setembroBR-01720/2026Lula 39, Cury 35

Nas duas primeiras, o Cury aparece na frente, mas dentro da margem de erro. Isso se chama empate técnico. Na terceira, ele aparece quatro pontos atrás, no limite da margem. Na mesma Quaest, entre quem tem faculdade, ele tem 50% contra 31% de Lula.

O que eu corrigi no meu próprio vídeo

Eu gravei o vídeo antes de terminar a checagem. Três frases dele não passam do jeito que eu disse, e eu corrijo aqui antes que alguém corrija nos comentários:

  1. "Marina Silva, hoje ministra do governo Lula." Ela deixou o ministério no fim de março de 2026. Hoje é candidata ao Senado por São Paulo, no palanque de Lula.
  2. "Se você pegar hoje as pesquisas, Augusto Cury já ganha do Lula." Ele aparece na frente em duas pesquisas, dentro da margem de erro, e atrás em uma, no limite da margem. O certo é "empata tecnicamente".
  3. "Ele deixou bem claro que vai doar o salário de presidente." Eu procurei e não achei, até o fechamento desta matéria, nenhum registro público dessa promessa, com data e fonte. Por isso ela não entra aqui como fato. Se alguém tiver o vídeo ou a entrevista, me manda que eu confiro e atualizo.

E dois ajustes menores, que eu já fiz no texto acima. "Todos falavam mal do Lula" não vale para Boulos, que já era do campo dele. E "eles não são candidatos agora" vale só para a Presidência: Alckmin, Marina, Tebet e Janones estão, sim, na urna de 2026, disputando outros cargos.

Perguntas que chegam nos comentários

O que Alckmin disse sobre Lula antes de virar vice?

Em 9 de dezembro de 2017, na convenção nacional do PSDB, disse: "Depois de ter quebrado o Brasil, Lula diz que quer voltar ao poder. Ou seja, meus amigos, ele quer voltar à cena do crime." Em 2022 virou vice de Lula e explicou a mudança dizendo que nenhuma divergência do passado o impediria de apoiar a volta de Lula.

Marina Silva chamou Lula de corrupto?

Sim. Em 11 de setembro de 2018, em campanha no Rio de Janeiro, disse que considerava Lula corrupto e que ele estava sendo punido por crimes de corrupção. Lula estava preso na época. Em 2021, o Supremo anulou as condenações por entender que o caso foi julgado no lugar errado.

O que Simone Tebet falou de Lula em 2022?

Na campanha, antes do primeiro turno, disse que Lula não tinha capacidade de fazer um mea culpa como "o grande orquestrador do até então maior escândalo da história da República, que foi o Petrolão". No segundo turno, apoiou Lula. Em 27 de agosto de 2026, disse na Jovem Pan que não muda "uma linha" do que falou.

Marina Silva ainda é ministra do Meio Ambiente?

Não. Ela deixou o ministério no fim de março de 2026 para disputar o Senado por São Paulo, pela Rede, com o número 180.

Onde Alckmin, Marina e Tebet estão em 2026?

Alckmin é candidato a vice-presidente na chapa de Lula. Marina e Tebet são candidatas ao Senado por São Paulo, as duas no palanque de Lula. Na pesquisa Futura de 2 a 4 de setembro, lideram a disputa, com 34,9% e 32,7%. Nenhum dos três disputa a Presidência.

Augusto Cury vai apoiar Lula no segundo turno?

Não, segundo ele mesmo. Em 10 de setembro de 2026, disse: "Não apoiaria nem 0,01%. O modelo do PT tem que ser aposentado." Para apoiar Flávio Bolsonaro, pôs condições: provar que não é corrupto, explicar o dinheiro do filme Dark Horse e assumir o plano de governo dele.

Leia também: Cury deu zero para Lula e três cobranças para Flávio, Cury apoiou o PT em 2022? O que é verdade e o que não é e O que faz um homem com R$ 242 milhões querer ser presidente

Fontes desta materia

  1. Poder360, Lula quer voltar à cena do crime, diz Alckmin ao assumir presidência do PSDB, 9 de dezembro de 2017
  2. Gazeta do Povo, Bolsonaro cita falas de Ciro, Tebet e Alckmin contra Lula em propaganda na TV, 19 de outubro de 2022
  3. JOTA, TSE nega direito de resposta a Alckmin por uso de fala sobre voltar à cena do crime, 2022
  4. CNN Brasil, Divergência do passado não é pretexto para deixar de apoiar Lula, diz Alckmin, 7 de maio de 2022
  5. O Tempo, Lula confirma Geraldo Alckmin como seu vice na chapa que disputará reeleição, 31 de março de 2026
  6. Partido dos Trabalhadores, Convenção Nacional do PT oficializa candidatura de Lula e Alckmin à reeleição, 2 de agosto de 2026
  7. Wikipédia, Eleição presidencial no Brasil em 2006, com os resultados do TSE
  8. Wikipédia, Eleição presidencial no Brasil em 2010, com os resultados do TSE
  9. Wikipédia, Eleição presidencial no Brasil em 2014, com os resultados do TSE
  10. Gazeta do Povo, Resultado das eleições de 2018 para presidente
  11. Wikipédia, Eleição presidencial no Brasil em 2022, com os resultados do TSE
  12. Jornal do Brasil, Marina diz considerar ex-presidente Lula corrupto, 11 de setembro de 2018
  13. Correio Braziliense, Marina Silva afirma considerar ex-presidente Lula corrupto, 11 de setembro de 2018
  14. YouTube, Marina Silva: Lula está sendo punido por graves crimes de corrupção, vídeo de 2018
  15. STF, Fachin anula condenações de Lula e manda ações penais para Justiça Federal do DF, 8 de março de 2021
  16. STF, STF confirma anulação de condenações do ex-presidente Lula na Lava Jato, 15 de abril de 2021
  17. Brasil de Fato, Lula reencontra Marina Silva e oficializa apoio, 11 de setembro de 2022
  18. Poder360, Marina Silva deixa o Ministério do Meio Ambiente depois de 3 anos, 2026
  19. Gazeta do Povo, ficha de Marina Silva, candidata a senadora por São Paulo pela Rede, número 180
  20. Gazeta do Povo, Simone Tebet se filia ao PSB para disputar o Senado, 21 de março de 2026
  21. CNN Brasil, Simone Tebet anuncia candidatura ao Senado por São Paulo, 12 de março de 2026
  22. Jovem Pan, Tebet diz não se arrepender de críticas a Lula: não mudo uma linha do que eu disse, 27 de agosto de 2026
  23. CNN Brasil, Futura: Marina tem 34,9% para o Senado em SP; Tebet, 32,7%, 8 de setembro de 2026
  24. Poder360, Marina e Tebet lideram disputa pelo Senado em SP, diz pesquisa, 8 de setembro de 2026
  25. Estado de Minas, Quem é André Janones, que vai apoiar Lula, 4 de agosto de 2022
  26. CNN Brasil, O salto de Boulos: de presidenciável menos votado do PSOL a 40% dos votos em SP
  27. Exame, Na Faria Lima, Cury diz que não apoiaria Lula em hipótese nenhuma no 2º turno, 10 de setembro de 2026
  28. Diário do Grande ABC, texto da Agência Estado, Cury condiciona apoio a Flávio, 10 de setembro de 2026
  29. Metrópoles, Cury reforça críticas ao STF em sabatina e diz não querer carreira política, setembro de 2026
  30. CNN Brasil, Quem é o escritor Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência
  31. Metrópoles, Augusto Cury declara R$ 242 milhões em bens
  32. Poder360, AtlasIntel de 25 a 30 de agosto de 2026, com a rejeição de cada candidato
  33. Exame, BTG/Nexus: Augusto Cury tem 45% e Lula 43% no segundo turno, 8 de setembro de 2026
  34. Gazeta do Povo, Quaest de 3 a 6 de setembro de 2026: Lula 39, Cury 35, e o perfil por região, escolaridade e renda
  35. Gazeta do Povo, os números completos do PoderData de setembro de 2026