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Notícias / 27 de setembro de 2026

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Morre a vice-prefeita de Ribeira acusada de pagar casamento espiritual com verba da saúde

Juliana Maria Teixeira da Costa, de 40 anos, morreu num acidente de carro no sábado, 26 de setembro, segundo a prefeitura. Estava afastada do cargo por decisão judicial numa ação de improbidade do Ministério Público de São Paulo. Ela negava as acusações.

Publicado
27 de setembro de 2026
Atualizado
27 de setembro de 2026
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Notícias
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3 min
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5 citadas

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Imagem ilustrativa. Interior do Palácio da Justiça, sede do TJSP, em São Paulo. Rodrigo Tetsuo Argenton / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0
Imagem ilustrativa. Interior do Palácio da Justiça, sede do TJSP, em São Paulo. Rodrigo Tetsuo Argenton / Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

Juliana Maria Teixeira da Costa, vice-prefeita de Ribeira, no interior de São Paulo, morreu na manhã de sábado, 26 de setembro de 2026, aos 40 anos, num acidente de carro. A informação é da Prefeitura de Ribeira. Ela estava afastada do cargo por decisão judicial, numa ação em que o Ministério Público de São Paulo (MPSP) a acusa de usar dinheiro da saúde para pagar um "casamento espiritual".

O que disse a prefeitura?

A prefeitura anunciou a morte nas redes sociais: "De uma forma trágica e precoce, nos despedimos de nossa vice-prefeita Juliana Maria Teixeira, que deixa dois filhos." A frase é reproduzida pela NC News.

A nota não detalhou onde nem como foi o acidente, segundo o GMC Online. Até a manhã de domingo, não havia boletim da polícia nas fontes que consultei.

Quem era Juliana Teixeira?

Além de vice-prefeita, ela foi secretária municipal de Saúde de Ribeira. O partido dela não aparece nas reportagens que li.

Qual é a acusação?

O caso é uma ação civil pública por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito, movida pelo MPSP e em trâmite na Comarca de Apiaí, segundo o Metrópoles. Não é processo criminal, e não há condenação.

Segundo o MPSP, citado pelo Metrópoles, a vice-prefeita "usou recursos públicos para pagar um 'casamento espiritual'" com o então coordenador municipal de saúde. O objetivo, diz a acusação, era que ele se afastasse da esposa e mantivesse um relacionamento com ela.

Ponto da acusaçãoDado
Valor que teria saído do Fundo Municipal de SaúdeR$ 41,2 mil
Empresa usada como intermediáriaW. F. Da Silva Treinamentos Ltda.
Quanto a mãe de santo diz ter gasto no ritualR$ 380 mil
Citados na açãoJuliana, o servidor Lauro Olegário da Silva e William Felipe da Silva, dono da empresa

Os valores e nomes são do Metrópoles e do GMC Online. O nome do dono da empresa aparece como William e como Willian, conforme o veículo.

Como o caso começou?

Em 21 de agosto de 2024, um vereador de Ribeira viu dois comprovantes de pagamento publicados no Instagram por um perfil chamado "Mentora Samantha", segundo o Metrópoles. Daí veio a investigação.

A Justiça afastou Juliana do cargo, cortou o salário e proibiu a entrada dela na prefeitura e nas secretarias, além do contato com testemunhas. Em junho de 2026, o Tribunal de Justiça de São Paulo, com o desembargador relator Ronaldo Sérgio Moreira da Silva, rejeitou um pedido da defesa e manteve as medidas, segundo o Metrópoles.

O que dizia a defesa?

Em junho, a assessoria de Juliana disse ao Metrópoles que as acusações eram "falsas" e parte de uma "campanha articulada". Ela afirmou que "a verdade prevalecerá, e a Justiça será implacável".

O que ainda não se sabe?

  • As circunstâncias do acidente: local, rodovia e se houve outros envolvidos.
  • A data exata do afastamento. O Metrópoles de junho cita 4 de agosto de 2025; outros veículos falam em agosto de 2026.
  • O que acontece agora com a ação. Nenhuma das fontes informou.

Perguntas frequentes

Do que morreu a vice-prefeita de Ribeira?

Segundo a Prefeitura de Ribeira, num acidente de carro na manhã de 26 de setembro de 2026. A dinâmica do acidente não foi divulgada.

Ela foi condenada?

Não. Respondia a uma ação civil pública por improbidade administrativa do MPSP e estava afastada do cargo por decisão judicial.

Quanto dinheiro teria sido desviado?

Segundo o MPSP, cerca de R$ 41,2 mil do Fundo Municipal de Saúde.

O que dizia a defesa?

Que as acusações eram falsas e faziam parte de uma campanha articulada.

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Fontes desta materia

  1. Metrópoles, Vice-prefeita acusada de usar verba para fazer amarração morre em SP
  2. Metrópoles, Justiça mantém vice afastada por amarração amorosa com verba pública
  3. Diário do Estado de São Paulo, Vice-prefeita de Ribeira morre em acidente de carro aos 40 anos; ela estava afastada do cargo
  4. NC News, Vice-prefeita denunciada por suposto uso de verba para amarração morre em São Paulo
  5. GMC Online, Vice-prefeita acusada de usar verba pública em amarração morre aos 40 anos em acidente